Centro Cultural MAX FEFFER,  em Pardinho, interior de SP está entre os 10 finalistas do prêmio GreenBest 2011 na categoria Arquitetura & Construção

 


Construído com consciência, criatividade e técnicas de sustentabilidade o Centro Max Feffer é um dos 10 finalistas do prêmio GreenBest 2011. A escolha agora é por voto popular.

Uma das maiores premiações que homenageiam as melhores iniciativas voltadas para a sustentabilidade indica o Centro Max Feffer – Cultura e Sustentabilidade como um dos 10 finalistas na categoria Arquitetura & Construção. A partir de agora a votação é popular através do link:

http://greenbest.greenvana.com/top10/arquitetura-e-construcao/.

O GreenBest é uma premiação que reconhece as iniciativas sustentáveis que acontecem em todo o território nacional. O objetivo desta premiação é ressaltar as melhores iniciativas, atuações e os melhores produtos e projetos para, assim, criar exemplos capazes de guiar para uma cultura Sustentável. A escolha das melhores iniciativas é feita por voto popular, passa por um júri especializado batizado e é auditada pela Ernst & Young Terco.

 

A indicação como finalista na categoria Arquitetura & Construção desta premiação mostra que o Centro de Cultura Max Feffer foi construído com consciência, criatividade e técnica unindo sustentabilidade, funcionalidade e design.



O Centro Max Feffer de Cultura e Sustentabilidade é reconhecido mundialmente como exemplo de construção sustentável: recebeu a certificação Leadership in Energy and Environmental Design – LEED, concedida pela United States Green Building Council. E recebeu ainda uma menção honrosa na 8º Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, realizada em 2009.

Conheça o Centro Max Feffer de Cultura e Sustentabilidade.

Acesse o site: http://www.centromaxfeffer.com.br/

 

 

Principais Características de Sustentabilidade do Projeto:

  • A ocupação da área do terreno foi limitada a 15%, colaborando com a permeabilidade do solo, captura e reuso de águas pluviais.
  • 63% da área do terreno foi vegetada com espécies nativas e adaptadas.
  • Redução do efeito “ilha de calor” pela área amplamente vegetada, pela utilização de cores claras no piso e pela cobertura branca, que favorece o aumento da reflexão solar.
  • Sistema de reutilização de águas cinzas e águas pluviais.
  • Sistema de tratamento de águas cinzas constituído por um processo de filtragem física em brita e areia e um bio-filtro composto por plantas (zona de raízes).
  • Redução de 25,6% de consumo de energia, comparado a construções convencionais.
  • Sistema de ventilação natural proporcionando conforto térmico sem a utilização de ar condicionado.
  • 79,52% da iluminação é feita por luz natural.
  • Controle da iluminação artificial pelos usuários em função das necessidades pessoais.
  • 95% dos espaços com visualização para o meio externo.
  • Instalação de aparelhos para medir a quantidade de CO2 nos ambientes, contribuindo para o controle da qualidade interna do ar.

Cuidados Tomados na Concepção do Empreendimento

  • Aproveitamento da infra-estrutura pré-existente no local.
  • Plano de prevenção de poluição causada pela obra, reduzindo o assoreamento do leito dos rios e a poluição do ar.
  • Redirecionamento dos resíduos da obra de acordo com sua classificação: utilização na própria construção ou encaminhamento para reciclagem, reduzindo a quantidade enviada para aterros sanitários.
  • Utilização, na obra, de madeira proveniente de manejo florestal responsável.
  • Utilização de materiais reciclados reduzindo impacto de extração e produção de materiais verdes: 80% de aço reciclado, telhas com 42% de papelão reciclado em sua composição.
  • Utilização de materiais rapidamente renováveis: bambu e eucalipto.
  • Aplicação de colas, seladores, tintas e vernizes com baixo nível de emissão de compostos orgânicos voláteis, reduzindo a probabilidade de problemas respiratórios.
  • Definição de locais de coleta seletiva de resíduos com o objetivo de incentivar a reciclagem de materiais.
  • O bicicletário estimula o uso da bicicleta, incentivando um meio de transporte não poluente.
  • O projeto paisagístico considerou a utilização de plantas já adaptadas ao ambiente local como forma de minimizar o consumo de água potável.
  • As válvulas de descarga têm acionamento duplo para diminuir o consumo de água.
  • As torneiras têm fechamento automático, para reduzir o consumo e evitar o desperdício de água potável.

Reutilização de Materiais:

  • Caixilhos de madeira de demolição.
  • Guarda-corpos feitos a partir de apoios de ônibus.
  • Janelas operáveis, possibilitando que cada pessoa possa ajustar a ventilação natural de acordo com suas necessidades.
  • Utilização exclusiva de produtos de higiene natural, não-persistentes e que portanto respeitam a saúde do ecossistema.
  • A iluminação faz uso de tecnologia inovadora de alta eficiência (LED – diodos emissores de luz), que proporciona baixíssimo consumo de energia e de emissão de calor, além de apresentar longa vida útil.

O Instituto Jatobás é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, cuja missão é influir para a ampliação da consciência e oferecer conhecimento para a construção de um caminho coletivo solidário e sustentável. Nossa atuação, baseada em ética humanista e ocupação de espaços de modo sustentável, está fortemente ancorada no entendimento de Desenvolvimento Sustentável pelo uso equilibrado de recursos econômicos, ambientais e sociais, por tempo indeterminado. Tomamos como referência especial os centros urbanos, de onde emerge a maior parte dos problemas econômicos, ambientais e sociais da atualidade e que nos afligem, hoje e no futuro próximo.

 

Artigo original: http://conversasustentavel.blogspot.com/2011/02/o-centro-de-cultura-max-feffer-esta.html