TETO - Arquitetura Sustentável

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

Vietnamese studio H&P Architects has built a prototype bamboo house designed to withstand floods up to three metres above ground (+ slideshow).

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

H&P Architects used tightly-packed rows of bamboo cane to build the walls, floors and roof of the Blooming Bamboo Home, along with bamboo wattle, fibreboard and coconut leaves.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

Elevated on stilts, the house is accessed using wooden ladders that lead to small decks around the perimeter. The area beneath can be used for keeping plants and animals, but would allow water to pass through in the event of a flood.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

The walls fold outwards to ventilate the building, plus sections of the roof can be propped open or completely closed, depending on the weather.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

Inside, living and sleeping areas occupy the main floor, and ladders lead up to attic spaces that can be used for study or prayer.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

The vernacular structure can be assembled in as little as 25 days and adapted to suit varying local climates and sites.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

It has been designed as a house, but could also be used as a school classroom, medical facility or community centre.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

“The house can keep people warm in the most severe conditions and help them control activities in the future, also contributing to ecological development as well as economic stabilisation,” said the architects.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

Suspended sections of bamboo can be filled with plants to create a vertical garden on the facade.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

At night, interior lighting shines through the cracks in the walls to make the building glow from within.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

Other bamboo structures on Dezeen include a floating tea house with louvred bamboo corridorsa thatched dome at the centre of a lakeand homes designed to assist the housing crisis in VietnamSee more architecture using bamboo »

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

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Here’s some information from the architects:


Blooming Bamboo Home

In Vietnam, the natural phenomena are severe and various: storm, flood, sweeping floods, landslides, drought, etc. The damage every year, which is considerable compared to the world scale, takes away about 500 persons and 1.2%-GDP-equally assets and reduces the involved areas’ development.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

One solution to houses and homes for millions of these people is the goal of this BB (Blooming Bamboo) home.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

From the bamboo module of f8-f10cm & f4-f5cm diameter and 3.3m or 6.6 length, each house is simply assembled with bolting, binding, hanging, placing.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects

This pulled monolithic architecture is strong enough to suffer from phenomena like 1.5m-high flood. Currently, H&P Architects is experimenting the model to suffer 3m-high flood. The space is multifunctional such as House, Educational, Medical and Community Centre and can be spread if necessary.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects
Example of closed and open house

From the fixed frame using f8-f10cm bamboo, the house cover can be finished according to its local climate and regional materials (f4-f5cm small bamboo, bamboo wattle, fibreboard, coconut leaf) in order to create vernacular architecture.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects
Concept for multiple houses – click for larger image

The users can build the house by themselves in 25 days. Besides, it can be mass produced with modules and the total cost of the house is only 2500$.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects
Concept diagram – click for larger image

Therefore, the house can warm people in the most severe conditions and help them control activities in the future, also remarkably contribute to ecological development as well as economic stabilisation.

Blooming Bamboo Home by H&P Architects
Floor plan and sections – click for larger image

This will give conditions for self-control process and create connection between vernacular culture and architecture.

HORTA NO TELHADO DE SHOPPING UTILIZA RESÍDUOS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO COMO ADUBO

Shopping Eldorado horta

Em fevereiro de 2012, o shopping Eldorado, na zona oeste de São Paulo, transformou a cobertura de seu edifício em uma horta em que o substrato é composto pelos resíduos da praça de alimentação. Cerca de 6 mil pessoas fazem suas refeições no local por dia e uma enorme quantidade de alimentos era descartada e desperdiçada gerando um grande volume de lixo orgânico e mal cheiroso.

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Antes de ser utilizado no telhado, o lixo passa por um sistema de compostagem. Com um investimento de R$ 12 mil por mês, o shopping afirma transformar 14 toneladas de produto orgânico (28% do volume gerado mensalmente). Todos os restos são levados para a unidade de reciclagem. O lixo orgânico é misturado comserragem que retira a umidade e evita que a comida apodreça e atraia bichos. A seguir é inserida no composto uma mistura de bactérias (catalisadores) queconsomem os resíduos orgânicos e aceleram o processo de compostagem realizando em 3 horas uma tarefa que naturalmente ocorreria em 180 dias. O composto resultante tem tonalidade marrom e não é mal cheiroso. Ele é levado para a cobertura do edifício onde será esterilizado pela ação do sol, chegando a atingir 70°C, resultando em um excelente substrato para a horta.

Shopping Eldorado desenvolve projeto de compostagem de _sobras de alimentos

A horta do Eldorado atualmente tem 1.000 m², mas a administração do shopping quer ampliar essa área para que tome conta de toda parte superior do prédio até o final do ano. Com a vegetação se espalhando por todo terraço, a temperatura interna ficará mais amena, reduzindo o uso do equipamento de refrigeração quedesperdiça 100.000 litros de água por dia e emite significativas quantidades de carbono na atmosfera.

Shopping Eldorado produz alface e berinjela em horta no _telhado, na zona oeste de SP

A horta já produziu berinjelas, alfaces, tomates, abóboras, jilós, manjericão, hortelã, erva cidreira e outras plantas medicinais. A produção é utilizada pelos funcionários do shopping, um local que era antes totalmente estéril, em plena Avenida Rebouças.

Criada por brasileiro, “luz engarrafada” conquista o mundo

Nascido em Uberaba, MG, o mecânico Alfredo Moser criou um modelo de lâmpada ecoeficiente, para o dia, que ganha cada vez mais adeptos ao redor do mundo. Sua invenção, feita em 2002, consiste de uma lâmpada feita com uma garrafa plástica pet, água e uma pequena quantidade de cloro.

Conhecida como “luz engarrafada”, a engenhoca funciona pela refração da luz solar dentro da garrafa cheia d’água. “Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde. Quanto mais limpa a garrafa, melhor”, disse Moser a reportagem da BBC Brasil.

Para instalar a invenção, basta fazer um buraco na telha da cobertura de residências térreas com uma furadeira. Neste espaço, deve-se, então, encaixar a garrafa cheia d’água, de cima para baixo. “Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota”, explica o mineiro, que esclarece, ainda, que a tampa deve ser isolada com fita preta.

Enquanto lâmpadas incandescentes comuns gastam energia tanto para serem fabricadas quanto para funcionar, a versão feita com garrafas plásticas não gasta nenhum tipo de energia. Além disso, não emite CO2 quando em funcionamento – a pegada de carbono das lâmpadas comuns é de cerca de 0,42kg de CO2.

Além das casas de vizinhos e até do supermercado do bairro onde mora, a invenção de Moser foi adotada por Illac Angelo Diaz, diretor da fundação de caridade MyShelter, que atua nas Filipinas. Especializada em construção alternativa, a instituição adotou o método de Moser, e começou a fazer lâmpadas em 2011. Desde então, mais de um milhão de pessoas vivem em casas dotadas da “luz engarrafada”, em países tão distintos quanto Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.

 

Horta urbana em topo de prédio produz verduras orgânicas em Nova York

Por HAROLDO CASTRO (TEXTO E FOTOS), DE NOVA YORK
22/08/2013 15h17 – Atualizado em 22/08/2013 17h05

Estou em frente a um prédio no Northern Boulevard, esquina com a 37ª Avenida, em Queens, Nova York. É uma construção alongada, com janelas amplas; seus seis andares são ocupados por escritórios, não por residências. Ainda da rua, observo uma imensa caixa d’água no topo do edifício. “É lá em cima, na cobertura, que está a horta”, afirma meu filho Tamino Castro, que conhece o projeto.

Entramos no elevador e ele aperta o botão R (de Roof), o último. Subimos e a porta se abre. Caminho apenas dois metros e estou cercado de canteiros de verduras. Olho a meu redor e tomo um susto: dezenas de plantinhas verdes surgem de uma terra escura, quase negra.

“Nossa chácara possui 4 mil metros quadrados”, afirma Bradley Fleming, gerente e um dos fundadores do projeto. “Compartilhamos o espaço com dezenas de unidades de ar condicionado, uma imensa caixa d’água, as máquinas do elevador e quartos de depósitos do prédio. Mesmo assim, conseguimos criar 100 canteiros de mais de 10 metros.”

 No topo do edifício de Queens, uma centena de canteiros produzem verduras orgânicas (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

Tudo começou em maio de 2010, apenas há quatro anos. Duas dúzias de amigos, após negociarem um aluguel de 10 anos com os administradores do prédio, decidiram criar uma horta aérea. Durante algumas semanas de trabalho árduo, impermeabilizaram o teto, construíram um bom sistema de drenagem e levaram 500 toneladas de solo fértil para fazer os futuros canteiros. “A estrutura do prédio aguenta muito mais terra”, afirma Bradley, respondendo se o edifício pode sustentar tanto peso. “Dependendo do que plantamos, temos canteiros com uma profundidade que varia de 20 a 40 centímetros.”

O resultado foi tão positivo que o grupo decidiu replicar o projeto no topo de outro prédio em Brooklyn. Hoje, os fazendeiros urbanos conseguem produzir cerca de 20 toneladas de verduras por ano que são vendidas a restaurantes orgânicos e a famílias que recebem uma cesta de produtos semanais de maio a outubro.

Bradley Fleming, gerente da Brooklyn Grange Farm e um dos iniciadores do projeto, prepara cestas para os que participam da cooperativa (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

As vendas também estão crescendo durante o mercados semanal que acontece aos sábados. Das 11 às 15 horas, a horta fica aberta a visitantes e ninguém sai de lá sem levar para casa uns tomates, algum pacote de verduras ou um molho de tempero. Tudo orgânico, sem adubo químico e sem pesticidas. “Os produtos para as cestas são prioritários”, afirma Bradley. “Por exemplo, nesta semana colhemos poucas berinjelas, o suficiente apenas para nossos clientes da cesta. Assim, algumas verduras são exclusivas.”

A vendedora do mercado semanal oferece pimentões, pepinos e tomates aos visitantes de sábado (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

A horta não é uma organização não-lucrativa, mas uma pequena empresa que possui empregados fixos. “Queremos promover esta atividade profissional e pagamos um salário decente aos nossos agricultores urbanos”, afirma Bradley. Desde o primeiro ano a empresa tem mostrado lucro no seu balanço anual, o qual é reinvestido nas duas iniciativas.

Além das doações recebidas, o projeto recebe grande apoio de voluntários. John Castel, morador a poucos quarteirões dos jardins suspensos de Queens, é um deles. Desenhista gráfico durante a semana, ele reserva o sábado para colocar a mão na terra. “É a maneira que encontrei para estar em contato com a natureza”, diz John.

John Castel (à direita) e outra voluntária preparam com ancinhos um novo canteiro da horta (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

 

Uma variedade de berinjela asiática é um dos produtos orgânicos oferecidos pela Brooklyn Grange Farm (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

 

Impossível sair da horta sem comprar algum produto. Krishna e Tamino Castro acabam fazendo um piquenique com tomates, pepinos e manjericão orgânicos (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)
Fonte:

Green Box – extrapolando o telhado verde

 

This glazed garden hideaway by Italian studio act_romegialli is disguised inside a dense thicket of bushy plants and blossoming wildflowers.

Green Box by act_romegialli

The little building previously functioned as a garage for a weekend retreat in the Raethian Alps, but act_romegialli was asked to convert it into a space where the owner can keep gardening tools, prepare meals and entertain guests.

Green Box by act_romegialli

Retaining the rustic stone walls and columns of the old garage, the architects installed a galvanised metal framework with a skeletal pitched roof, then added glazed panels to infill openings on each of the walls.

Green Box by act_romegialli

Steel wires strung up around the structure help a selection of deciduous plants to climb over the facade, plus a mixture of annual and perennial shrubs are planted around its base, providing a constant blanket of exterior greenery.

Green Box by act_romegialli

The interior of the building is divided into two rooms, both with weather-beaten larch floors and exposed concrete ceilings. The kitchen is constructed from galvanised steel and features a sink with metal pipes for taps.

Green Box by act_romegialli

 

Green Box by act_romegialli

Photography is by Marcello Mariana.

Green Box by act_romegialli

 

The “green box” project rises as the renovation of a small disused garage, accessory to a weekend house situated on the slopes of the Raethian Alps. A structure realised with lightweight metal galvanised profiles and steel wires wraps the existent volume and transforms it into a tridimensional support for the climbing vegetation.

Green Box by act_romegialli

It is composed mainly by deciduous vegetation: Lonicera periclymenum and Polygonum baldshuanicum for the main texture on which climb up the secondary texture of Humulus lupulus and Clematis tangutica. On the basement there are groups of herbaceous perennials (Centranthus ruber, Gaura Lindheimeri, Geranium sanguineum, Rudbekia triloba) alternate with annual ones (Cosmos bipinnatus, Tagetes tenuifolia, Tropaeolum majus, Zinnia tenuifolia) and bulbous to ensure a light but continuous flowering.

Green Box by act_romegialli

Inside the pavilion is organised a room for the gardening tools, great passion of the owner, an area for cooking and a space for conviviality. Materials are left rough and simple; galvanised steel for the kitchen, larch planks for flooring and big sliding doors, windows in unpainted galvanised steel, simple pipes for the water supply.

Green Box by act_romegialli

A small green shelter in the vegetation, privileged observation point of the changing of the seasons of the surrounding park. Park that is left wild in some areas and in other transformed into garden of flowers or simple green space, punctuated only by beautiful nude rocks scattered in the property.

Green Box by act_romegialli

Location: Cerido SO – Italy
Typology: pavilion for gardening and conviviality
Design: act_romegialli – Gianmatteo Romegialli, Angela Maria Romegialli, Erika Gaggia
Landscape: Gheo Clavarino
Client: Private

Green Box by act_romegialli
Floor plan
Green Box by act_romegialli
Cross section one
Green Box by act_romegialli
Cross section two

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