TETO - Arquitetura Sustentável

PROJETO DE Herzog & de Meuron NA SUÍÇA é o maior edifício em terra crua da europa

Herzog & de Meuron inaugurar centro erva ricola em Laufen

 

 O design um sólido da fachada em terra se estende por mais de 100 metros de comprimento e cerca de 11 metros de altura. 

Sua forma distintiva reflete as etapas envolvidas no processo industrial, com a estrutura responsável por lidar com mais de 1,4 milhões de quilos de ervas frescas a cada ano.

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Escialista em construção sustentável, Erde Lehm trabalhou de perto com Herzog & de Meuron para desenvolver o projeto, que agora se destaca como o maior edifício em barro da Europa.

Os elementos de terra pré-fabricados foram feitos em uma fábrica próxima e os ingredientes extraídos de pedreiras e minas locais.

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‘”Como arquiteto você não tem só que levar em conta as especificações, mas também o lugar onde o edifício está localizado.

Os materiais utilizados para construir a concha do kräuterzentrum (centro de erva) foram adquiridos a partir de um raio de oito a dez quilômetros. 

o edifício é feito da herança de onde se encontra“, explicou Pierre de Meuron .

 

 

Fonte: http://www.designboom.com/architecture/herzog-de-meuron-ricola-herb-center-krauterzentrum-07-07-2014/?utm_campaign=daily&utm_medium=e-mail&utm_source=subscribers

Sistema de tratamento ecológico recupera rios poluídos e cria jardins flutuantes

Marina Maciel 11 de junho de 2014

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E se fosse possível recuperar rios poluídos gastando pouco dinheiro? Essa é a ambição dosistema de tratamento de água ecológico que pode ser instalado em rios, canais e lagos contaminados. Criado pela empresa escocesa Biomatrix Water, a tecnologia já despoluiu o canal Paco, da cidade de Manila, nas Filipinas.

Além de melhorar a qualidade da água e aumentar a biodiversidade aquática, o sistemarevitalizou a paisagem do canal filipino, que antes era destino final de lixo e esgoto. Isso porque usa “jardins flutuantes”, que são ilhas artificiais, de aproximadamente 110 m², cobertas por plantas aquáticas capazes de filtrar poluentes.

O sistema ainda tem outra vantagem: o custo da despoluição é menor do que a metade do que gastam estações de tratamento de águas residuais convencionais, segundo a empresa. Isso é possível graças à integração e ativação do ambiente fluvial circundante.

No vídeo abaixo, saiba como funciona a engenhoca:

http://vimeo.com/29597724

O processo de descontaminação também dependeu de outros dois fatores: de obras de infraestrutura para evitar o despejo de resíduos no local e da instalação de um reator capaz de adicionar ar à água e introduzir no ecossistema uma bactéria que se alimenta de poluentes.

Abaixo, veja imagens de como era o canal antes da revitalização e de como ele ficou depois que a comunidade local se engajou na sua recuperação por meio do sistema de tratamento:

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Este ano, o Planeta no Parque Rios e Ruas, do Planeta Sustentável, também estava empenhado em reconectar a população da cidade de São Paulo à natureza e ajudá-las a redescobrir os rios que correm debaixo do asfalto. Realizado nos dias 31/5 e 1/6, o evento teve expedição, oficina, exposição e até um mapa gigante dos “rios invisíveis” da capital paulista. Fique por dentro de tudo o que rolou, neste post!

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/sistema-de-tratamento-ecologico-recupera-rios-poluidos-e-cria-jardins-flutuantes/

Arquitetos BCV alongam parede verde no Bay Meadows Welcome Center

Arquitetos BCV alonga parede verde em Bay Meadows centro de boas-vindas

conteúdo original

foto © garry Belinski
todas as imagens cortesia de arquitetos BCV

o ‘Bay Meadows centro de boas-vindas “, projetado por arquitetos BCV , apresenta uma parede verde alongada, e anima uma nova comunidade urbana em San Mateo, Califórnia. influenciado por uma estratégia do arquiteto americano Robert Venturi, a elevação da frente serve para exagerar a pequena escala da instalação, e pronuncia-o como um marco cívico para o jovem e crescente área. desenvolvido pelo habitat horticultura , a fachada vegetação inclui uma variedade de plantas diferentes. sua natureza em constante mudança, assim como a varanda público expansivo, promover os visitantes a voltar várias vezes para a instalação.

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

o centro de boas-vindas serve à nova e crescente comunidade de Bay Meadows
foto © garry Belinski

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

a vegetação da fachada  inclui uma variedade de diferentes plantas
Belinski foto © garry

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

fotos © garry Belinski

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

a parede verde se estende além do volume do edifício
foto © garry Belinski

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

a parede verde e a paisagem plantada são complementadas por acabamentos de madeira no exterior
fotos © garry Belinski

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

a sala pública central é ladeada por escritórios
foto © garry Belinski

BCV arquitetos Bay Meadows centro de visitantes designboom

planta do local: a área de varanda e cascalho proporcionam um local de encontro ao ar livre para a comunidade

 

Fonte:

Torres abrigam jardim vertical com mais de 17 mil plantas em Milão

BASEADO NO CONCEITO BOSCO VERTICALE, O PROJETO FOI DESENVOLVIDO PELO ESCRITÓRIO ITALIANO BOERI STUDIO

Já em fase final de construção na cidade italiana de Milão, duas torres residenciais abrigam jardins verticais com mais de 17 mil espécimes de plantas, entre arbustos, arboretos e gramado.

O projeto foi desenvolvido pelo escritório italiano Boeri Studio com base no conceito Bosco Verticale, que mescla edifícios de alta densidade populacional com a implantação de áreas verdes em centros urbanos.

Previstas para serem inauguradas no segundo semestre de 2014, as estruturas de 80 e 112 metros de altura são rodeadas por cerca de 900 árvores de médio porte, 5 mil arbustos e 11 mil mudas de forração.

 

Cobrindo toda a fachada vitrificada, as espécies foram plantadas sobre varandas em balanço, dispostas de forma irregular a fim de conferir fluidez às torres.

Criando um microclima, a diversidade ecológica do jardim vertical aumenta a umidade do ar, absorve gás carbonico e partículas de sujeira, além de proteger as unidades da poluição sonora e dos intensos raios solares durante os meses de verão.

“Esse é um tipo de arquitetura biológica, que se recusa a adotar sistemas estritamente tecnológicos e mecânicos a fim de atingir ecoeficiência”, afirmou Stefano Boeri, o arquiteto que assina o projeto.

Publicada originalmente em ARCOweb em 22 de Maio de 2014

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Telhado do prédio da Gazeta vira oásis natural em meio à Av. Paulista


São 700 metros quadrados preenchidos com vegetação nativa.São 700 metros quadrados preenchidos com vegetação nativa.

A vegetação nativa de São Paulo volta a ter espaço na Avenida Paulista. O local escolhido para dar um tom verde em meio ao concreto da região foi o topo do tradicional prédio da Gazeta, que recebeu um enorme telhado orgânico. Se antes o edifício era famoso pela importância arquitetônica e cultural, agora ele ganha também extremo valor ambiental.

Através da ação Árvores da Cidade, idealizada pelo ambientalista e mestre em botânica, Ricardo Cardim, a região da Paulista ganhou uma área de 700 metros quadrados preenchidos com vegetação nativa. A opção é uma forma eficiente de aproveitar espaços urbanos e resgatar espécies da fauna e flora que estão ameaçadas de extinção.

Em entrevista ao CicloVivo, Cardim explicou que a cidade de São Paulo já foi repleta de vegetação nativa. Porém, com o passar do tempo, a cidade se tornou mais populosa, vieram novas construções e boa parte das espécies originais foi substituída por plantas estrangeiras. Essa mudança gera um extermínio em massa, não só no que se refere à flora, mas também à fauna, que é diretamente afetada. Um exemplo disso é a baixa incidência de cigarras na cidade, como explica o especialista.

Como é praticamente impossível destruir os prédios para criar jardins em São Paulo, uma das saídas é aproveitar espaços inutilizados, como os telhados. O mestre em botânica garante que ao criar telhados verdes com plantas endêmicas é possível disseminar a vegetação original por toda a área ao seu redor. “A missão é resgatar a biodiversidade nativa, que eu acredito ser a maior riqueza do planeta”, informa Cardim.


Foto: Divulgação

A técnica utilizada no jardim suspenso do prédio da Gazeta é japonesa e, conhecida como Sky Garden. Trata-se de uma espécie de manta natural que permite o plantio sobre qualquer superfície. O sistema é totalmente orgânico e livre de materiais tóxicos, como o petróleo.

O maior diferencial e, ao mesmo tempo, benefício deste projeto é a utilização de vegetação endêmica. Cada uma das plantas foi pensada a partir de extenso trabalho de pesquisa. Assim, foi possível recriar um pedaço do que era a região da Avenida Paulista há mais de cem anos. O jardim conta com 130 tipos de árvores, que chegarão a até quatro metros de altura. Além disso, existe uma área reservada para flores e árvores frutíferas, que com o tempo devem atrair animais, como pássaros e borboletas.


Foto: Divulgação

Espécies da Mata Atlântica foram utilizadas, mas o ponto mais importante para Cardim é a área de 40 metros quadrados destinados à vegetação do Cerrado. Espécies como o Língua de Tucano, Araçá do Campo, Capim Barba de Bode, Pau Santo, Capim Rabo de Burro, que estão perigosamente ameaçadas de extinção, foram usadas no projeto.

Além de ser um refúgio ambiental, o uso dessas espécies permite economia financeira. O especialista informa que o de Sky Garden utiliza até 60% menos água no sistema de irrigação e consegue reduzir em até 18ºC a temperatura da laje, aumentando o conforto térmico no jardim e também no prédio. Pelo tipo de espécies usadas, a manutenção também é muito menor do que em um jardim com plantas exóticas.


Foto: Divulgação

Apesar de ter sido aplicado no topo do prédio da Gazeta na Av. Paulista, o jardim suspenso precisa de cuidados semelhantes ao de jardins tradicionais e pode ser replicado para qualquer local, desde que sejam usadas plantas nativas da região a ser instalado.

 

Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/telhado-do-predio-da-gazeta-vira-oasis-natural-em-meio-a-av-paulista

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