TETO - Arquitetura Sustentável

Como plantar uma árvore em 10 passos

1. Escolha a árvore correta para o local: Leve em consideração não apenas o aspecto e tamanho final da árvore, mas seu comportamento, o local de plantio, se ela se adapta ao clima da região, se respeita as diretrizes de arborização urbana no município, etc.

2. Escolha a época certa para o plantio: Regra geral, o melhor é plantar as mudas no final do período de dormência (período seco ou frio) ou bem no início do período de crescimento (usualmente na primavera). Assim a planta aproveitará todo o período de crescimento vegetativo para enraizar e se adaptar ao novo local. Mudas carregadas de botões florais podem despender muita energia com a floração e não crescer, ou até mesmo morrer, devido ao estresse da mudança de local, da floração e do plantio. Neste caso é melhor aguardar a floração terminar ou extirpar-lhe os botões antes de efetuar o plantio. Tenha em mente que o ciclo biológico da espécie escolhida deve ser entendido e respeitado. Nem todas as espécies florescem na primavera, ou param o seu desenvolvimento no inverno.

3. Verifique a qualidade da muda: Como visto no tópico anterior, ao comprar, evite plantas que estejam floridas ou para florescer. Verifique a integridade do torrão. Torrões desfeitos indicam que a muda sofreu no transporte ou foi recentemente envasada e ainda não enraizou. Raízes enoveladas ou que saem pelo furo de drenagem indicam mudas velhas, que já deveriam ter sido reenvasadas ou plantadas no local definitivo. Evite-as de sobremaneira, pois terão todo seu desenvolvimento e estrutura comprometidos, originando árvores fracas e que tombarão com facilidade. Observe as folhas e os ramos finos, à procura de pragas e doenças. É importante que as mudas estejam sadias. As mudas que serão plantadas na calçada, tem algumas especificações importantes, tais como altura de 2,5 metros, altura da primeira bifurcação a 1,8 metros e diâmetro do caule de 3 cm à altura do peito. Adquira mudas de viveiristas comprometidos com a qualidade.

A etapa mais importante é cavar uma boa cova. Foto de ODG

4. Cave um buraco pelo menos duas vezes maior que o torrão: Escolhido o local de plantio, não tenha preguiça de fazer uma boa cova. É comum as pessoas cansarem logo e fazerem o buraco apenas do tamanho suficiente para caber o torrão da muda. O tamanho do buraco, interferirá diretamente no pegamento inicial da muda, e no desenvolvimento das raízes finas e delicadas que lhe darão suporte inicial. Preocupe-se em fazer uma cova mais larga do que profunda. Se a árvore for plantada na calçada, garanta que ela terá pelo menos 2m² de área permeável para árvores pequenas e 3m² para árvore médias. Encha a cova com água e verifique a drenagem. Se demorar mais de 24 horas para a drenagem completa, escolha outro local ou uma espécie de árvore que tolere o encharcamento.

5. Fertilize o solo: Separe uma parte do solo sem grama que foi retirado da cova e misture fertilizantes adequados ao plantio. Adubos ricos em fósforo e potássio e matéria orgânica são ideais para o desenvolvimento inicial das raízes. Utilize duas partes de solo para uma parte de esterco de curral curtido, e adicione adubos e aditivos próprios para a fase de plantio, eles vem em uma formulação com baixo teor de nitrogênio. Você pode usar NPK 04.14.08, superfosfato, farinha de ossos, bokashi, cloreto de potássio, cinzas, terra vegetal, gel de plantio, etc. Se o pH do solo for ácido, este momento é ideal também para adicionar calcário. Coloque um pouco dessa mistura adubada no fundo da cova.

Utilize fertilizantes de boa qualidade e acomode a muda no mesmo nível do solo. Foto de woodleywonderworks

6. Adicione a terra preparada: Preencha cuidadosamente os espaços entre o torrão e a cova com a terra fertilizada e destorroada, compactando aos poucos, enquanto coloca. Grandes espaços com ar são prejudiciais ao desenvolvimento das raízes, pois reduzem o contato com o solo e as desidratam. Além disso, logo que você regar, esses espaços podem ser preenchidos com a terra que escoa de outros locais e assim provocar o tombamento da muda e desnivelamento em relação ao solo.

7. Proteja sua árvore: Dependendo do local do plantio, pode ser necessário proteger a muda de animais, vandalismo ou mesmo fios de roçadeiras. Tome as medidas necessárias para prevenir a destruição. Animais grandes e vândalos podem ser repelidos com um cercado. Roçadeiras pedem um contorno com estaquinhas ou pedras. Há no mercado também soluções específicas contra ataques de formigas cortadeiras, como graxas especiais, vaselina e outros. Um sarrafo ou bambu deve servir como tutor, fincado a pelo menos 60 cm de profundidade, para ajudar a manter a sua muda no lugar, enquanto seu tronco ainda é frágil e pouco estruturado. Em lugares ventosos e em mudas maiores, é interessante também ancorar a árvore jovem com cabos de aço estendidos e presos em estacas. Remova as estacas e tutores assim que perceber que eles não são mais úteis.

Um cano de PVC cortado auxilia a proteger de formigas e da roçadeira. Foto de US Army Environmental

8. Proteja o solo do entorno: Se você estiver plantando na calçada, coloque alguma forração ou uma proteção drenante, como alguma grelha, para que o solo não se perca com as chuvas. No jardim ou pomar use forrações vivas, como plantas, ou inertes, tais como casca de pinus, pedrisco, maravalha, etc. É importante que a forração não toque o caule da planta, principalmente se ela for perecível. As forrações tem um importante papel na proteção do solo, evitando que surjam plantas daninhas e propiciando o desenvolvimento de microorganismos benéficos.

9. Regue muito bem: Plantas recém plantadas precisam se manter muito bem hidratadas. Muitas de suas raízes capilares – as responsáveis pela absorção de água – se romperam no processo de plantio. Desta forma, a irrigação suplementar é primordial para a manutenção da vida da planta. A rega também auxilia na acomodação do solo, aumentando o contato da terra com as raízes. Neste primeiro momento, regue e observe o que acontece, para adicionar mais solo aqui e ali se necessário. Após, regue diariamente, salvo quando chove, durante o primeiro mês, e vá espaçando as regas gradativamente, conforme a muda dá sinais de crescimento. Geralmente podemos parar de irrigar após o primeiro ano do plantio, deixando a rega apenas como um suplemento para momentos de estiagem prolongada ou no período de floração e frutificação de algumas espécies, como a jabuticabeira por exemplo.

10. Não fertilize: Pode parecer estranho, mas a fertilização após o plantio não é recomendada. O nitrogênio, essencial às plantas, e presente na grande maioria dos fertilizantes, pode queimar as finas raízes que estão se desenvolvendo. Deixe para fertilizar no segundo ano após o plantio.

Fonte:

http://www.jardineiro.net/como-plantar-uma-arvore-em-10-passos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+PlantasJardineiro+%28Novidades+%7C+Jardineiro.net%29

Minha casa, meu contêiner

Estrutura de aço ganha espaço como moradia e loja

“É possível cobrir o contêiner todo. Mas as pessoas sempre deixam alguma característica à vista, por ser inovador”
Leonardo Cunha – Diretor da EcoGeração

Fabricadas em poucos dias, sustentáveis, inovadoras e com preços atrativos. Novidade no Brasil, as casas contêineres crescem a passos largos e ganham mercado, principalmente, nos condomínios fechados e atendendo a um público exigente.

No mercado há oito anos, o diretor da EcoGeração Casa contêiner, Leonardo Cunha, afirma que as vendas aumentam 25% ao ano. “A pegada sustentável tem muita atratividade”, afirma. De olho nesse nicho, novas empresas se preparam para abocanhar uma fatia do segmento.

Pelo menos 50 casas já foram entregues pela EcoGeração, com sede na região do Barreiro. De acordo com Cunha, é possível fabricar empreendimentos. a partir de 15 metros quadrados, chamados de miniquitinetes. Na empresa, o m² gira entre R$1,8mil e R$ 24 mil, dependendo do acabamento. Uma casa de alvenaria de padrão médio, segundo a Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), gira em torno de RS 3,5 mil para comercialização. “Enquanto os materiais de construção aumentaram, nossos preços se mantiveram estagnados”, diz o diretor da EcoGeração.

A ideia surgiu após Cunha, que é publicitário, estudar um ano na Alemanha, onde fez estágio em uma empresa de operação de contêineres. Depois de voltar ao Brasil, a inovação foi colocada em prática, e deu certo.

Hoje, está em produção uma casa de 84 metros quadrados em um condomínio fechado de Itabirito, na região Central de Minas. “Normalmente, quem investe em uma casa contêiner já tem, uma ou duas residências”. diz.

Questionado sobre o conforto, o executivo é enfático. Além de a estrutura ser forrada por dentro e por fora, uma substância chamada thermoclinic é utilizada para reter 89% do calor.

Neste caso, não é necessário desembolsar fortunas com ar-condicionado.

Quem utiliza os contêineres aprova. A proprietária da franquia Container ecology Store, Fernanda Crespo, afirma: que a estrutura chama a atenção, “Eu já tive loja de alvenaria e não vejo diferença. Mas percebo que as pessoas entram aqui e ficam olhando ao redor. reparando a estrutura. É mais atrativo”, diz a empresária.

Localizada no Itau Power- Shopping, a loja comercializa roupas multimarcas.

Novos Entrantes

De olho nesse filão, outras empresas surgem em Minas Gerais. Com sede em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a Edificare foi inaugurada no começo do ano e já vendeu o projeto de duas miniquitinetes e de um condomínio. Segundo o proprietário, José Leonardo Mattos da Silva, a empresa tem capacidade para fabricar duas unidades por mês.

A Gren Vallie, da administradora Cristiane Madureiro, também se prepara para entrar no mercado no próximo semestre. A proposta dela, no entanto, é um pouco diferente. “Vamos entregar a casa contêiner decorada. com eletrodomésticos, pronta para o cliente”, afirma.

Gastronomia

Além de atuar na área de residências, a Edificare chega ao mercado com a demanda de desenvolver um contêiner para vender cerveja, elaborado em parceria com uma cervejaria de São Gonçalo do Rio Abaixo. “Nele, tem tudo o que é necessário para servir a bebida. A cervejaria pode aluga-lo para festas e eventos ou até mesmo levá-lo para a rua”, diz. Silva.

Na mesma linha, a EcoGeração está desenvolvendo um contêiner grill. A estrutura será utilizada para vender espetinhos. Todos os oito contêineres produzidos pela EcoGeração já foram comercializados. Pelo menos outros 12 devem ser fabricados.

Reportagem: Tatiana Moraes

 

Fonte:

http://www.cbca-acobrasil.org.br/site/noticias-detalhes.php?cod=7047&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=CBCA+Not%EDcias+%7C+Ano+6+%7C+Semana+04+%7C+Maio+2015

Geobiologia: como ter uma casa saudável, com boas energias

Poluição eletromagnética, fendas, veios d’água subterrâneos…tudo isso afeta a energia que circula na sua construção. Saiba como evitar ou curar esses males na casa

Texto Kátia Stringueto | Design Carla De Franco

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O uso de madeira reduz o impacto da construção no meio ambiente e favorece o bem-estar dos moradores.

 

Mais do que bonita, mais do que sustentável, uma casa pode ser saudável. É o que defende um time de profissionais que se reuniu recentemente em São Paulo durante o III Congresso Internacional de Geobiologia e Biologia da Construção. Em foco, como o nome já diz, está a geobiologia, área que estuda o impacto do espaço sobre a qualidade de vida. Como se fosse uma medicina do hábitat, pronta para diagnosticar e curar algumas patologias da construção, esse conceito faz a ponte entre a saúde e o local habitado. “De aspectos técnicos, como a distribuição da planta, a escolha dos materiais e os princípios da boa arquitetura, a fatores menos convencionais, como a poluição eletromagnética e a existência de fendas ou veios d’água subterrâneos, tudo afeta o morador”, explica o geobiólogo Allan Lopes, coordenador do evento. Com base nisso, se você tem dificuldade para pegar no sono, vive estressado e ou não consegue se concentrar no escritório, é bom prestar atenção no teto que o abriga. Às vezes, o mal-estar vem de um projeto doente.

Efeitos na saúde

A explicação não é tão misteriosa assim. Em 1982, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu o termo Síndrome do Edifício Enfermo para prédios em que cerca de 20% dos ocupantes apresentam sintomas como fadiga, dor de cabeça, tosse seca, coriza e ardor nos olhos – sinais que desaparecem quando as pessoas se afastam do local e dos poluentes químicos, físicos e microbiológicos resultantes da má conservação dos filtros do ar-condicionado, do acúmulo de substâncias tóxicas e dos ácaros dali. Na concepção da geobiologia, essa definição só é um pouco mais abrangente e analisa também as energias sutis do terreno antes de dar um veredito sobre quão saudável é uma casa ou edifício erguido sobre ele. “Há estudos científicos provando que torres de transmissão celular provocam alterações fisiológicas. Outras pesquisas, mais empíricas, indicam que as fissuras e os veios d’água subterrâneos causam perturbações que levam ao estresse. Dependendo da intensidade, a saúde pode ficar bastante comprometida”, diz Allan.

O arquiteto e urbanista recifense Ormy Hütner Júnior que o diga. Especialista em construções sustentáveis e na detecção de patologias de obras civis – como problemas de impermeabilização –, ele resolveu investigar mais a fundo os efeitos das tais energias do terreno sobre a saúde. “Na faculdade, assisti a uma palestra do Mariano Bueno, espanhol especialista em geobiologia, e desde então tenho procurado usar esses conceitos no meu trabalho”, conta.

As construções sustentáveis buscam empregar matérias-primas ecológicas, sem substâncias nocivas (seja na tinta, no carpete ou na cola usada). A bioconstrução incorpora isso e agrega um diagnóstico sobre as eventuais radiações eletromagnéticas que podem ser emitidas. “Toda radiação afeta o metabolismo humano. É como se nossas células entrassem em ressonância com essa alteração iônica. Isso cria um estímulo desgastante e, com o tempo, debilita o sistema imunológico”, explica Hütner. “O radônio, por exemplo, resultado da decomposição de átomos radioativos, sobe pelas fissuras geológicas até chegar à superfície da terra, e há estudos que o associam ao câncer de pulmão”, acrescenta. Em sua monografia, defendida em julho, o profissional analisou o bem-estar em empresas que haviam solicitado uma consulta em geobiologia. Após a intervenção, que reposicionou alguns ambientes, garantiu maior ventilação e criou um projeto luminotécnico que reduziu a sensação de cansaço gerado pelas lâmpadas fluorescentes, constatou- se que 82% dos funcionários relataram diminuição do estresse. E houve aumento de faturamento. Mas como saber que uma casa está sobre uma área geologicamente inadequada? Se você pensou em radiestesia, acertou. As varetas de cobre são instrumentos valiosos para a visualização do problema. “Esse metal é altamente condutor de eletricidade e responde às alterações que passam pelo nosso corpo ao pisar no solo. Na verdade, não é a vareta que percebe a vibração. Ela apenas reflete se o corpo está sendo afetado ionicamente”, esclarece Hütner.

 

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Soluções que se integram à paisagem com sabedoria. “Hoje, de 2 a 3% do planeta é coberto por cidades, mas 80% da geração de carbono acontece dentro delas. Pegamos ar, água e energia limpa e transformamos em calor, esgoto e lixo achando que, de alguma forma, tudo será tratado pela natureza de novo”, esclarece o arquiteto Frank Siciliano. A solução é mimetizar na construção ideias que fazem bem ao homem e ao ambiente. Ao lado, dois exemplos. Feito de bambu e tijolo de cimento e sol (sem queima) o Centro de educação paraSustentabilidade Alphaville, em Santana de Parnaíba, SP, tem luz abundante e temperatura agradável que dispensaram o uso de ar-condicionado. Já a passarela da avenida paulistana eusébio matoso ganhou teto verde, iluminação com led e elementos vazados que não pesam na estrutura e protegem o pedestre, antes inseguro com a proximidadedos carros que passam velozmente na pista abaixo.

 

Por que não?

A arquiteta Anna Dietzsch, de São Paulo, admite conhecer pouco sobre a radiestesia, mas demonstra simpatia pelo conceito. “No deserto, povos nômades como os tuaregues sobrevivem graças a esse saber ancestral. Por meio do diapasão conseguem detectar água”, enfatiza. E continua: “Lembro também de uma artista plástica, a Ana Teixeira, que numa performance na Holanda refez, com a ajuda de radiestesistas, o mapa de rios que haviam sido aterrados”. Ou seja, há um conhecimento genuíno que os profissionais estão dispostos a considerar. Se a radiestesia pode ser vista com bons olhos e todos concordam que a casa precisa ser mais eficiente, só fica a questão: quando é que ela deixou de ser assim? O arquiteto Frank Siciliano, fundador do Centro de Referência e Integração em Sustentabilidade (Cris), de São Paulo, tem uma interessante visão a respeito. “Acho que nos perdemos com a revolução tecnológica.

Nos anos pós-60 e 70, começamos a resolver qualquer problema com a inclusão de um ar-condicionado porque a energia era barata. Houve uma irresponsabilidade em apostar todas as fichas nessa comodidade e a maioria das pessoas parou de pensar a casa com mais eficiência”, opina. A banalização da arquitetura modernista é outro ponto de crítica. “Desrespeitaram- se conceitos sérios do bom uso dos grandes planos, do concreto e do vidro. Reduziram-se os beirais que protegiam as aberturas e com isso a insolação aumentou. vidro barateou e passou-se a fazer peles de vidro sem filtrar a luz com brises ou cobogós”, lista. Mas dá para corrigir o descaminho. “Estamos conseguindo transportar conceitos das ecovilas rurais para o meio urbano. Princípios que eram difíceis de aterrissar em cidades como São Paulo hoje chegam graças a uma demanda dos moradores e ao aumento de fornecedores – dos mais simples aos mais tecnológicos”, festeja Frank. Vivemos um momento de transição em que radiestesia, feng shui e a preocupação com resíduos e água já faz parte do importante ato que é construir uma habitação.

 

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O telhado verde é uma forma inteligente de reduzir o calor dentro de uma construção.

 

Para morar melhor

O especialista em geobiologia detecta a energia do terreno por meio da radiestesia. “Se não for possível evitar construir sobre uma falha geológica, por exemplo, pode-se criar uma planta inteligente na qual a cama, a mesa de trabalho e o fogão (áreas de maior permanência) fiquem posicionados na zona mais neutra possível”, diz a arquiteta carioca Aline Mendes, especialista em feng shui. A técnica é outro recurso importante para quem quer construir ou reformar. Os demais itens vêm da arquitetura sustentável e visam tornar a morada eficiente e econômica:

• Invólucro que permita boa qualidade de luz e renovação de ar. Sem uma boa solução de ventilação, a casa vai pedir mais energia do ar-condicionado. O vidro termogênico, por exemplo, deixa entrar luz e não calor.

• Uso de materiais ecológicos, telhado verde, jardim comestível e painéis solares.

• Tratamento de água e esgoto. “Esse custo fica em torno de 20 a 30% superior na fase da construção. “Mas de três a oito anos começa-se a recuperar o investimento e obter lucro”, diz Aline.

 

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O arquiteto mineiro Carlos Solano

 

Livre de toxinas e cheia de vida

O arquiteto mineiro Carlos Solano, autor da coluna Casa Natural, veiculada durante dez anos na revista BONS FLUIDOS, foi um dos convidados do congresso sobre a biologia da construção. Abordou as diferentes formas de trazer harmonia para o lar, sem esquecer os conselhos de dona Francisca, a personagem que ele criou para transmitir conhecimentos dos antigos rezadeiros. “Uma casa, antes de mais nada, precisa de limpeza de todas as toxinas. Livre-se de objetos indesejáveis e móveis que atravancam o caminho. Depois faça uma faxina de purificação com flores e ervas”, diz. “Dona Francisca lembra que o que vale para o corpo vale para a alma da casa. Exemplo: a hortelã é digestiva. No corpo, movimenta aquilo que estava estagnado. Na casa, então, vai limpar os vermes emocionais e melhorar o fluxo energético. Já a calêndula, como bom cicatrizante, ajuda a tratar as feridas e mágoas dos moradores”, ensina. Depois que a casa é purificada, ela fica como uma tela em branco e é bom preenchê-la com boas intenções. “Mentalize coisas positivas enquanto pulveriza os ambientes com água de rosa e alecrim”, sugere. A receita é fácil. Em um recipiente com 1 litro de água mineral, acrescente alguns raminhos de alecrim, pétalas de duas rosas brancas e duas gotas de óleo essencial de lavanda. Deixe o líquido tomar sol por duas horas e só então coloque em um borrifador. Borrife pela casa, dos fundos para a porta de entrada. É assim: a vida na casa tem de ser abençoada também.

 

Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/geobiologia-casa-saudavel-energia

10 PLANTAS QUE ATRAEM ENERGIAS POSITIVAS

Há muito tempo as plantas são escolhidas para decorar espaços, sejam de uma casa, do escritório, de grandes centros de negócios, dentre outros, já que além de darem um toque mais fresco e natural a esses espaços também acredita-se que melhoram o fluxo de energia positiva evitando as energias negativas.

Conforme os especialistas no assunto, determinadas plantas têm mais capacidade de atrair energias positivas e nos dar a sensação de bem-estar diariamente em comparação com outras. É necessário esclarecer que essas plantas devem estar vivas, ou seja, devemos mantê-las saudáveis em um vaso e lhes proporcionar os cuidados especiais. Deixando isso em claro, falaremos a seguir das dez melhores plantas pra atrair energias positivas. Confira!

1. Cacto

Os cactos são bem charmosos e oferecem um toque decorativo muito especial aos espaços de casa ou do escritório. É uma planta que requer cuidados especiais para sobreviver e diz-se que teria a capacidade de afastar a inveja, os intrusos, pessoas mal intencionadas, hipócritas e absorver energias eletromagnéticas dos eletrodomésticos.

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2. Hortelã

Além de ser uma planta com muitos benefícios para a saúde, existe um misticismo em torno da hortelã e muitas pessoas a utilizam acreditando que seria capaz de nos proteger de malefícios e inveja das pessoas. A hortelã é a planta do bem-estar e acredita-se que quem tem um pé fresco da planta em casa atrai a prosperidade econômica.

3. Bambu

O bambu entrou na moda para decorar a casa, pois além de conferir um toque muito sofisticado a ambientes como a sala, também se tornou popular por atrair boas energias. Diz-se que o bambu combina o crescimento e a água, oferecendo pureza, transparência e vida aos ambientes. Ter essa planta em casa nos fornecerá sensação de bem estar, tranquilidade e afastará a inveja.

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4. Jasmim

O jasmim é conhecido como uma planta ideal para casais, pois beneficia as relações no que diz respeito ao campo espiritual. É recomendável tê-la no quarto e/ou nos espaços que você compartilha mais com seu(a) companheiro (a), já que atrai boas energias para fortalecer o romance e o relacionamento.

5. Alecrim

O alecrim é uma planta com ótimos benefícios medicinais, utilizados e aproveitados desde a antiguidade em muitas culturas. No nível espiritual, essa planta é conhecida por atrair amores sinceros e a felicidade. Além de manter um pé fresco de alecrim em casa é recomendável colocar uns raminhos em saquinhos de tecido e distribuí-los em vários espaços de casa para atrair a felicidade para todos que a rodeiam.

6. Menta

A menta é uma planta com muitas propriedades medicinais que podemos aproveitar a qualquer momento. Ter essa planta em casa não garantirá apenas saúde, mas também promoverá as vibrações positivas em qualquer ambiente. Diz-se que a menta combate más vibrações e ajudaria a combater a insônia. Também ajuda a melhorar a comunicação no ambiente de casa.

7. Tomilho

O tomilho é uma planta que desde a antiguidade é utilizada para afastar os ambientes de más vibrações. A planta é considerada como purificadora, pois combate energias negativas, evita pesadelos e promove a autoestima. Ter ela em casa assegura a proteção do lar e de seus habitantes.

8. Crisântemo

Os crisântemos são conhecidos por sua beleza e por nos oferecer a sensação de bem-estar no lar. Essa planta promove a felicidade e o bom humor, por isso é recomendada para espaços onde existe tensão constante e/ou discussões. Os crisântemos estão relacionados com uma vida de relaxamento.

9. Eucalipto

Essa planta tem a capacidade de combater e afastar as más vibrações, que quase sempre chegam com pessoas invejosas e mal-intencionadas. É recomendada para ambientes de negócios, escritórios, lojas, pois é uma planta que atrai a prosperidade.Também é ideal para conciliar melhor o sono e limpar os espaços de energias pesadas.

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10. Babosa

É uma planta utilizada em rituais contra o azar e a inveja, pois se diz que é uma das mais fortes para combater más vibrações. É conhecida por atrair a prosperidade e as boas energias em qualquer lugar da casa onde estiver localizada. Popularmente acredita-se que quando a planta da babosa cresce e esbanja saúde é porque está atraindo boa sorte. Porém, se estiver murcha é porque absorveu energias negativas e nos protegeu.

 

Fonte: http://thesecret.tv.br/2015/02/10-plantas-que-atraem-energias-positivas/

10 Dicas para economizar água no jardim

Publicado em 1 de fevereiro de 2015 por Raquel Patro

Foto de Amy Stanley

Foto de Amy Stanley

Economizar água no jardim não é uma ideia nova, mas atualmente tem se tornando absolutamente importante. Além de reduzir a conta de água, o meio ambiente agradece o cuidado.

1. Irrigue de forma inteligente. Ao irrigar à noite, você reduz as perdas por evaporação, e dá mais tempo para as plantas se reidratarem. Também reduza a irrigação de 5 vezes por semana para no máximo 2. Não irrigue quando houver previsão de chuva iminente. A redução gradativa na frequência das regas, força as plantas a aprofundarem suas raízes, tornando-as cada vez mais independentes.

2. Plante as espécies certas. Ao escolher espécies nativas da sua região, pode ficar tranquilo que elas perfeitamente vão se encaixar no clima e no regime de chuvas locais, dispensando regas suplementares. Também prefira as oriundas de regiões áridas, como as suculentas em geral. Essas plantas tem estruturas e maneiras especializadas na economia de água.

A serragem é uma excelente cobertura. Foto de Jen

A serragem é uma excelente cobertura. Foto de Jen

3. Utilize cobertura morta. Evite a perda de água pelo solo, cobrindo os espaços entre as plantas com uma cobertura morta, tal como palha, folhas secas, casca de pinus, serragem grossa, etc. Vale até papel e panos velhos. A cobertura se decompõem, nutrindo as plantas, evita o surgimento de ervas daninhas e reduz drasticamente a evaporação da água.

4. Colete a água da chuva. Monte um coletor para aproveitar a água que escorre do telhado pelas calhas. Há ideias simples e de fácil aplicação. Procure uma que se encaixe à sua realidade.

5. Recicle. Regue as plantas com a água que sobra na cozinha, como àquela que sobrou no copo de beber, a utilizada no cozimento dos legumes e da massa. Só não pode utilizar águas contaminadas com sal.

6. Plante árvores. As árvores sombreiam o jardim e as casas, reduzindo a temperatura. Além disso, depois de bem estabelecidas, não necessitam irrigação e são capazes de encontrar a água de que necessitam das profundezas do solo. A água transpirada pelas árvores ainda toma parte na umidade ambiental que favorece a formação das nuvens de chuva.

Um coletor de água da chuva economizará muitos litros de água tratada. Foto de  goforgr33n

Um coletor de água da chuva economizará muitos litros de água tratada. Foto de goforgr33n

7. Reduza o espaçamento. Em hortas, você pode economizar água adensando os plantios. Assim a área a irrigar e a área exposta de solo é menor.

8. Controle as ervas daninhas. Além de enfeiar seu jardim, as ervas daninhas competem por água e nutrientes.

9. Proteja contra os ventos. Plante arbustos quebra-ventos, para reduzir a evaporação tanto do solo quanto das plantas.

10. Utilize pisos porosos. Cubra caminhos e decks com pisos capazes de drenar a água. Assim a água não se perde para a rua, ela penetra no solo e ajuda a irrigar profundamente as plantas do seu jardim.

 

Fonte: http://www.jardineiro.net/10-dicas-para-economizar-agua-no-jardim.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+PlantasJardineiro+%28Novidades+%7C+Jardineiro.net%29

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