TETO - Arquitetura Sustentável

COLÉGIO PANDORA_ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA

 

Autoria do Projeto Arquitetônico e Paisagístico: Arquiteto Paulo Trigo

Colaboração: Arquiteta Rebeca Fachini (renderização e desenho executivo)

 

Poderia ser apenas mais uma quadra qualquer…

Mas fizemos diferente: Situada em lote urbano, com vizinhança residencial, o espaço de convivência do Colégio Pandora Limeira precisava de uma proteção para que as bolas utilizadas nas aulas de ed. física não viessem a cair nas casas vizinhas. A famosa “gaiola” ou simplesmente “alambrado”. Foi então que, posta a necessidade, vimos uma boa oportunidade para resgatar uma ideia proposta noutro projeto para o mesmo cliente, mas não executado: As “green curtains”.

Desta vez, a estrutura toda já estaria pronta, por necessidade, então coube a nós apenas ter o “insight” de utilizá-la como suporte para que ali cresçam plantas trepadeiras que terão a dupla funcionalidade de conferir estética e sombreamento à lateral do prédio, voltada para o sol poente.

Mais uma vez arquitetura e paisagismo aliados por um mundo mais verde!

 

ACESSO PRINCIPAL

 

CORREDOR DE ACESSO SOMBREADO PELA “GREEN CURTAIN” QUE UTILIZA COMO SUPORTE A TELA DA QUADRA

 

CONVIVÊNCIA

 

CONVIVÊNCIA

 

CONVIVÊNCIA

Por que contratar um arquiteto?

É comum escutarmos que arquitetos deixam a obra mais cara e criam projetos que são quase impossíveis de serem realizados. Entretanto, ao contrário do que se lê, se ouve e se prega, este profissional foi treinado para otimizar espaços e custos. Durante quatro ou cinco anos universitários (e outros tantos mais de prática), ele aprende sobre a melhor maneira de solucionar espaços arquitetônicos – iluminação, ventilação e circulação – sempre preocupado com seu entorno. Sem contar os conhecimentos prementes de ecologia e arquitetura autossustentável.

O Arquiteto minimiza estruturas e instalações (elétrica, hidráulica e esgoto), coordenando suas interligações para que todos os elementos sejam compatíveis; une forma e função na proporção estética interior x exterior, dentro do contexto orientação geográfica, condições climáticas e topografia. Tudo isso dentro de uma ideia original, é claro!

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O Arquiteto desenvolve um projeto executivo a partir do anteprojeto – que é apenas a parcela que o leigo re(conhece) – onde os detalhamentos (de alvenaria, esquadrias, marcenaria, banheiros e cozinhas) viabilizam a construção. Nos projetos públicos existe ainda a preocupação com o simbolismo. Ele também acompanha a execução da obra, tirando dúvidas dos operários e solucionando as novas demandas dos proprietários em tempo hábil para que o seu cronograma não seja prejudicado. É ainda o coordenador de projetos complementares como paisagismo, luminotécnica e sonorização.

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Além de todos os itens já citados, o Arquiteto se mantém informado sobre os novos materiais lançados no mercado e equilibra suas texturas e cores, muitas vezes utilizando-a de maneira não tradicional. O Arquiteto desenha perspectivas (à mão livre, ou no computador) e elabora maquetes para que o cliente possa melhor compreender sua concepção, além de dominar programas computacionais como Autocad, Corel Draw e Photoshop, que tornam o projeto mais dinâmico. Sem o uso de programas computacionais, muitos projetos não poderiam se viabilizar devido à complexidade de suas propostas.

O Arquiteto brilha em outras áreas também, sendo reconhecidos como designers de mobiliário, artistas plásticos, luminotécnicos, cenógrafos ou até mesmo cineastas. Isto porque o conhecimento tecnológico e artístico que ele deve absorver habilita-o a trilhar diversos caminhos. Dele ainda se espera que esteja atualizado sobre o que há de mais contemporâneo no mercado nacional e internacional.

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É importante contratar (desde o início) este profissional para todo tipo de intervenção (projetos, obras, reformas), seja esta residencial, comercial ou institucional, de pequeno ou grande porte. Afinal, sua casa não é produto descartável e seu tempo também é precioso. O que não falta são exemplos de reformas mal acabadas com instalações que não funcionam, ausência de ergonomia básica, obras intermináveis onde o custo dos erros é sempre do proprietário. A expressão popular “o barato sai caro” cairia como uma luva na grande maioria dos casos.  Portanto, INVISTA no arquiteto!

Navegue em nosso site e conheça um pouco sobre o trabalho da TETO!

Fonte: http://www.portodesign.com.br/blog/por-que-contratar-um-arquiteto/

O uso da madeira em tempos de sustentabilidade

Quando o tema da sustentabilidade entrou na pauta dos arquitetos mais conscientes, a utilização da madeira na arquitetura passou a ser encarada com certa desconfiança. Afinal de contas, poderíamos estar indiretamente contribuindo para o desmatamento de nossas reservas, indo enfim de encontro às agendas progressistas relacionadas com o nosso ecossistema.

Centro Cultural Jean-Marie Tjibaou. Nova caledônia. 1991-98. Arquiteto Renzo Piano.

Esta desconfiança, entretanto, é absolutamente injustificável. A madeira possui excelentes qualidades ambientais. Tem baixa energia incorporada, se comparada com o aço, alumínio e concreto. È, ainda, dentre os materiais utilizados na construção, o único renovável. Isto quer dizer, com a utilização do manejo florestal sustentável, a floresta de origem continuará oferecendo suas riquezas para as gerações futuras. O mesmo não se poderá dizer do concreto, pois seus componentes agregados, a areia e a pedra britada, são retirados da natureza e transformados de tal maneira que a ela não poderão voltar. Isto sem falar do cimento, grande consumidor de combustíveis fósseis, responsável por grande parcela das emissões de gás carbônico. Isto quer dizer, altíssima energia incorporada.

Casa Helio Olga, São Paulo, 1990. Arquiteto Marcos Acayaba.

Entretanto, talvez seja o fantasma do desmatamento de nossas reservas florestais, da exploração irracional, predatória e ilegal que assusta aqueles que desejam especificar a madeira em seus projetos. Afinal, o desmatamento é um dos grandes inimigos da sustentabilidade. Tem graves conseqüências além da perda direta dos recursos naturais, como a alteração climática, a extinção da biodiversidade, degradação do solo, influência nas águas, alterando o regime das enchentes, secas e erosões, provocando o deslocamento das culturais locais.

Casa Conversey. Grachaux, França. Arquitetos B. Quirot e O. Vichard.

Afinal de contas, historicamente, o Brasil tem o próprio nome ligado à extração predatória da madeira. Lembremos que ainda no primeiro século de vida, o país viu serem extintas as suas reservas de pau brasil, na Mata Atlântica, para fornecer corante para tecidos na Europa.

Casa Bandeira de Mello, Itu SP, 2003. Arquiteto Mauro Munhoz.

Um primeiro controle nos vem dos tempos do Império. A conhecida expressão “madeira de lei”, que em sentido amplo designa madeiras que, por sua qualidade e resistência, principalmente ao ataque de insetos e umidade, são empregadas em construção civil, naval, confecção de móveis de luxo, instrumentos musicais e artigos de decoração, tem origem remota, em uma lei imperial que, apesar de muito conhecida, não tem definição técnica. A Carta de Lei de 15 de outubro de 1827, incumbia aos juizes de paz das províncias a fiscalização das matas e zelar pela interdição do corte das madeiras de construção em geral, por isso chamadas madeiras de lei. A circular de 5 de fevereiro de 1858 designa as madeiras cujo corte era reservado, mesmo em terras particulares. Portanto, o corte de madeiras de construção, comumente denominadas madeiras de lei, estava interditado quer em terras particulares, quer em terras devolutas. A expressão madeira de lei chegou até nossos dias ainda como sinônimo de madeira de construção, civil e naval, ou seja, conforme o dicionário Aurélio: “madeira dura ou rija, própria para construções e trabalhos expostos às intempéries”. Madeira de lei pode, ainda, se referir àquelas madeiras de alto valor no mercado.

Casa Loblolly. Ilha Taylors, Maryland. Arquiteto Kieran Timberlake.

Há que considerar, porém, que a madeira utilizada para construção, seu uso mais nobre, é apenas uma parte das árvores abatidas nas nossas florestas, aproximadamente 30% do total de toras. 37% são consumidas como carvão vegetal e 17 % como lenha industrial, o uso mais servil. Lâminas e compensados são responsáveis por 7%.
Pode entretanto o arquiteto se precaver contra a utilização de madeira ilegal especificando, recomendando, exigindo, dependendo da etapa do empreendimento, madeira certificada, isto é, oriunda de processos sustentáveis de extração.
Mas o que é madeira certificada? É a madeira que possui um atestado de um órgão reconhecido que garante ser oriunda de um processo produtivo manejado de forma correta. A certificação serve também para orientar o consumidor ou empresário a escolher um produto diferenciado e com grande valor agregado, que contribui para o desenvolvimento social e econômico das comunidades florestais.

Casa Solare, Vale do Aosta, Itália, Estúdio Albori

Dentre os vários sistemas de certificação, o FSC (Forest Stewardship Council– Conselho de Manejo Florestal) é hoje o selo verde mais conhecido e aceito em mais de 75 países de todos os continentes. Este conselho foi criado como resultado de uma iniciativa para a conservação ambiental e desenvolvimento sustentável das florestas do mundo inteiro. Seu objetivo é difundir o uso racional da floresta, garantindo sua existência no longo prazo e certificar que o produto foi resultado de um manejo florestal sustentável.

Casa Península Vitória. Austrália. Arquiteto Sean Godsell.

Por sua vez, “manejo florestal sustentável” consiste em um controle rigoroso do processo extrativo da madeira. Começa com a seleção árvores a explorar: somente as árvores sadias, de diâmetro igual ou superior a 45 cm podem ser abatidas. As árvores remanescentes são reservadas para o ciclo de corte seguinte. Durante o corte, a queda da árvore é ajustada de maneira a evitar que ela venha a danificar outras. Estabelece-se também os ramais de arraste para levar as árvores extraídas até o pátio.
O tratamento pós-exploratório consiste nos cuidados com a área de onde foi retirada a árvore. São chamados tratamentos silviculturais. Consistem em limpeza, desbaste de árvores não comerciais, plantio de enriquecimento com espécies comerciais. Estes tratamentos podem aumentar significativamente o crescimento e valor das árvores, podendo mesmo até ser o crescimento duplicado. È avaliado também o impacto sobre a floresta remanescente e sobre o solo, o desperdício, e aplicadas medidas de proteção florestal, proibindo a caça, pesca e qualquer atividade extrativa. Incluem também o controle de incêndios e invasões. A infra estrutura estabelecida para o manejo, pátios, estradas primárias e secundárias, bueiros, pontes etc. fica como um acervo da região.

Escola Preparatória Elleray, Reino Unido, Rob Gaukroger

Parafraseando a anedota pecuária, que diz que do boi somente se perde o berro, da madeira não se perde nada. É um excelente material estrutural, que durante séculos foi o único que admitia o serviço de flexão, versatil e resistente material para acabamentos externo, utilizável em toras, tábuas, “shingles” e réguas; pode ser utilizado como material de cobertura, e é ainda é o mais belo e utilizado material de revestimento interno, em lambris de réguas e folheados. Com os devidos cuidados, pode o arquiteto desfrutar deste material, de sua beleza, de suas propriedades estáticas e de sua versatilidade, sem nenhuma culpa.

Observatório astronômico Kielder, Inglaterra, Charles Barclay

Fonte: http://ambientalistasemrede.org/o-uso-da-madeira-em-tempos-de-sustentabilidade/

Como a classe média alta brasileira é escrava do “alto padrão” dos supérfluos

 

Ótimo texto, muito claro (e pertinente) sobre a forma de vida que julgamos ser ideal para nossos padrões sociais.

Será que aquilo que almejamos como “bom” é mesmo o que nos faz melhor?

Vale a pena ler e tirar as conclusões.

 

 

Como a classe média alta brasileira é escrava do “alto padrão” dos supérfluo

Nossa convidada de hoje da seção Mulheres no Mundo.

Adriana Setti
No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.

Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.

Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.

Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.

Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.

Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.

Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves,  tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).

Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.

Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.

Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).

É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte dosavoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.

PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.

Matéria para o programa “Cultura e Meio Ambiente”

 

Matéria para o programa “Cultura e Meio Ambiente” da TV Claret. Reportagem Karina Rossi, imagens Claudio Biscoito, fotos Hiago Vilar.

Agradecimentos à ECOCASA.

Assista ao vídeo nos links abaixo:

 

BLOCO 1:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2O2bSBb8A40

http://www.tvclaret.com/meioambiente/727/5%C2%BA+PROGRAMA+-+3%C2%AA+TEMPORADA+

 

 

TV CLARET REPORTER KARINA ROSSI_programa Cultura e Meio Ambiente_contato Ecocasa Hiago Vilar (4)

BLOCO 2:

 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=r3DPLO20pOQ

 

http://www.tvclaret.com/meioambiente/726/ESCRITORIO+SUSTENTAVEL+-+LIMEIRA

TV CLARET REPORTER KARINA ROSSI_programa Cultura e Meio Ambiente_contato Ecocasa Hiago Vilar (7)

 

 

 

 

 

 

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